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APÓS ATITUDE TRUCULENTA DE FISCAL, PREFEITURA REPUDIA FORMA COMO VENDEDOR FOI RETIRADO NA PONTA NEGRA; VEJA VÍDEO

 


A Prefeitura de Manaus emitiu uma nota, nesta segunda-feira (25), repudiando a truculência com que um fiscal do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb), retirou os pertences de um vendedor de queijo quente, irregular, no complexo

A abordagem foi registrada por um popular, no momento em que a equipe toma a churrasqueira, queijos e espetos do vendedor. A filha do ambulante chora para que solte seu pai. As imagens tomaram as redes sociais e revoltaram a população.

Segundo a nota da Prefeitura, o homem já havia sido notificado três vezes por estar trabalhando de forma irregular no local.

“O Implurb ressalta que é importante respeitar as normas de uso do espaço público, que tem regras de funcionamento para melhor ordenamento e uso por todos os frequentadores”, diz a nota.

Ainda assim, a abordagem foi desaprovada pelos órgãos. A Prefeitura e o Implurb anunciaram ainda que deverão abrir um Procedimento Administrativo (PAD) para apurar a conduta do servidor envolvido no caso.

Veja nota na íntegra: 

A Prefeitura de Manaus repudia veementemente a atitude tomada pelo fiscal do município que agiu de forma desproporcional com um vendedor ambulante no último domingo, 24/7, na Ponta Negra, ignorando os preceitos básicos de urbanidade, civilidade e responsabilidade social.

A Prefeitura de Manaus, por meio do Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb), informa que abrirá Procedimento Administrativo (PAD) para apurar a conduta do servidor envolvido no caso.

O Implurb ressalta que é importante respeitar as normas de uso do espaço público, que tem regras de funcionamento para melhor ordenamento e uso por todos os frequentadores.

O vendedor ambulante, em questão, já havia sido notificado três vezes por estar trabalhando de forma irregular.

É necessário frisar que todas as operações comerciais da Ponta Negra são feitas por pessoas jurídicas e associações, e as ações de controle a vendedores irregulares visam manter a ordem no espaço e a segurança, inclusive segurança alimentar para os frequentadores, uma vez que não se tem controle da origem dos produtos vendidos por vendedores informais.

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